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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

O nome dos 7 anões em português, francês, inglês e grego

A história da Branca de Neve é muito, muito antiga... É claro que depois do filme de Walt Disney se tornou ainda mais conhecida... E, então agora, com a facilidade em aceder a ele através da net... conhecida em todo o mundo...
Por isso, achei muita graça, quando dei na Wikipédia com os nomes dos 7 anões em várias línguas. E como a família é poliglota, quem quiser que escolha o idioma de que mais gosta!!! E dúvidas que haja, perguntar aos especialistas!!!     


Em Português            Em Francês          Em inglês           Em grego

1- Sabichão                1 - Prof                  1 - Doc                1 - Σοφος
    
2- Tímido                     2 - Timide               2 - Bashful        2- Ντροπαλος

3- Atchim                     3 - Atchoum            3 - Sneezy        3 - 
Συναχωμενος

4- Feliz                        4- Joyeux                4 - Happy           4 - 
Καλοκαρδος

5- Mudo                       5 - Simplet               5 - Dopey          5 - 
Χαζουλης

6- Soneca                    6 - Dormeur              6 - Sleepy        6 - 
Υπναρας

7 - Zangado                 7 - Grincheux           7 - Grumpy      7 - 
Γκρινιαρης


Branca de Neve e os Sete Anões - nomes e cognomes


Ilustração dos Sete Anões feita por Carl Offterdinger; final do século XIX.
imgem retirada de https://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Sete_An%C3%B5es

    Depois de termos andado às voltas com o significado de "cognome", a propósito dos conhecidos cognomes dos nossos reis, lembrei-me...
     Afinal, os nomes das personagens que dão o título à história Branca de Neve e os Sete Anões são nomes ou cognomes? Bem... isto é um pouco difícil de decidir. Branca de Neve é o nome pelo qual ficou conhecida a linda princesa. Mas qual o seu nome próprio, quer dizer, qual o nome que lhe deram seus pais? Maria, Clara, Luísa, Rita, Mariana, Carolina, Adriana, Joana, Mafalda, Ana, Susana, Artemis, Stela? Não sabemos. Sabemos, sim, que a sua pele era muito branca, de uma brancura a que os cabelos negros davam ainda mais realce e que, por isso, era conhecida por Branca de Neve. O que acontece aqui? Há uma característica desta menina que está na base do nome que as pessoas usavam para se lhe referirem e isso basta para a nossa história. É melhor até não pensar muito nisso. 
E os sete anões que viviam na floresta e com quem a Branca de Neve teve uma tão bonita amizade?

Lembram-se dos seus nomes?

1- Sabichão

2- Tímido

3- Atchim

4- Feliz

5- Mudo

6- Soneca

7 - Zangado
      
    Está-se mesmo a ver que estes seus nomes são-lhes atribuídos devido às suas características, não vos parece?

    Vamos fazer um jogo de correspondências? Vou descrever aspetos de cada um dos anões e os meninos têm que fazer a correspondência com os nomes.
     Exemplifico com o primeiro, o Sabichão.

A - É um anão que usa óculos, tem cabelos brancos e muita experiência. É muito respeitado pelos outros anões que lhe reconhecem autoridade. Quem é?

Temos, então, a correspondência 
1 - A

Percebido? Vamos então ao jogo. As soluções aparecem no final. Não vale fazer batota!

B - Tem sempre muito soninho. Gosta muito, mesmo muito, de dormir. Farta-se de bocejar!... Quem é?

C - Anda sempre muito alegre e satisfeito. É mesmo a boa disposição em pessoa!!! Quem é?

D - Está sempre constipado este anãozinho! Apanha um bocadito de frio e lá está ele a espirrar. Ou será alergia? Quem é?

E - É o mais novinho de todos. Por isso é o mais infantil e brincalhão! E, claro, nem fala, nem tem barba! Quem é?

F - Tem sempre ar de poucos amigos. Rezingão, resmungão...Que fazer?! É o seu feitio!!! Então quando cruza os braços...UI! É de fugir... Quem é?

G - Este anãozinho é muito envergonhado. Se lhe dirigem palavra fica muito atrapalhado e cora com muita facilidade! Quem é?

Soluções
1-A 
Sabichão 

2 - G
Tímido

3- D
Atchim

4-C
Feliz

5- E
Mudo

6- B
Soneca

7- F
Zangado


Por acaso, até gostaria de saber o que a Branca de Neve e os seus amigos anõezinhos pensariam destes seus nomes... 
       
    Ó Soneca, como te chamas? Gostas de ser o Soneca? E tu, Atchim? Gostas que te chamem assim? Não gostarias mais de ser...eu sei lá, João, Tomás, Afonso, Santiago, Anselmo, Plutarco, Costa, Nuno, Fábio, Carlos, Rui, Gilberto, Spirous, Gil,... 

      Pois eu tenho a dizer que não gostaria nada que me chamassem A indecisa lá porque eu penso e repenso antes de tomar uma decisão e sou mesmo capaz de não a tomar... "Olha, lá está a indecisa!..." Não, não gostaria nada. Sinto que isso seria uma perda relativamente à minha individualidade, que me estariam a reduzir a uma característica que, ainda que verdadeira, é muito redutora. Eu não sou só indecisa, ora essa!!! E tenho um nome que me foi dado pelos meus pais! Livrem-se os meninos de me chamarem outro que não esse!!!! Nada de alcunhas nem cognomes!!!
E os meus queridos netos, o que pensam deste assunto?

E a quem apetecer ver o filme de Walt Disney, aqui está ele, retirado do youtube.


Nota: as imagens dos anões foram retiradas de https://www.megacurioso.com.br/artes-cultura/104258-voce-sabe-o-nome-dos-7-anoes-da-branca-de-neve.htm

sábado, 17 de junho de 2017

A que sabe a lua?




Há já muito tempo que os animais queriam averiguar a que sabia a lua...

Curiosos, hem???!!! E ousados!! A que saberia a lua??? Logo a lua, tão brilhante, tão longe, tão alto....
Mas que tentação... A que saberia a lua? Saberia a massa de bolo de arroz tão boa? Ou a chocolate? Ou a massinha? A carne? A peixe? A maçã? A banana?

A que saberia a lua?

Mas como, como lá chegar?


Está longe a lua, tão longe....

Mas talvez haja uma maneira de lá chegar e de conseguir prová-la. Haverá?

A tartaruga, vagarosa e resistente, há muito que matutava nisso! Há mesmo muito tempo, que tempo não era o seu problema! E resolveu lançar-se a caminho...
Mas... será que vai conseguir sozinha? Ou será que vai precisar de ajuda? 
Quem mais quererá chegar à lua, tocá-la, cheirá-la, prová-la?

Conseguirá a tartaruga saborear a lua?

Como? Como será isso possível?

Vamos  ouvir a história?

Neste vídeo encontramos a narrativa acompanhada de imagens.





E neste vídeo encontramos as imagens acompanhadas de música.




Quem não percebeu nada disto, e ainda hoje continua a não perceber, é o peixinho!



Bem, há sempre quem não perceba que desejar e alcançar o que se deseja é muito bom! Mesmo que para isso seja preciso muito esforço!
Ora tenta lá peixinho, tenta lá provar essa lua a ver se consegues!! Pois tu, que nem sequer pensaste alguma vez a que saberia lua, como te atreves a julgar aqueles que o desejaram e conseguiram???

Tens muito que aprender, peixinho, tens muito que crescer. Há mais mundo do que aquele que vês refletido nas tuas águas!!!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

28 Histórias para Rir

Este livro é bem divertido! As histórias têm finais inesperados, desenrolam-se de maneira imprevista e têm em comum fazer-nos sorrir!



Estamos convencidos que o J. vai gostar!!
E como o livro acaba com duas folhas em branco, achamos por bem acrescentar mais duas histórias da nossa lavra!! A História do Lápis e da Borracha e a História do Lobo e do Capuchinho Vermelho!
Mais uma surpresa para o J.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

O Principezinho - o livro em audio (2)

Interessante esta apresentação de o Principezinho. Ouvimos a leitura, vemos as imagens e acompanhamos as legendas (francês, inglês e castelhano).


O Principezinho - o livro (1)


Livro de avós, de filhos e de netos...
Qual o segredo do êxito desta obra, editada pela primeira vez há cerca de 75 anos, em 1943, atualmente publicada pelo mundo inteiro e unanimemente reconhecida como um clássico da literatura infantil? 
Se há uma essência do humano, ela está aqui. Mesmo que seja preciso passar pelo deserto para a encontrar. 







«Uma vez, quando eu tinha seis anos, vi uma imagem magnífica num livro sobre a Floresta Virgem chamado “Histórias Vividas”. A gravura mostrava uma jibóia a engolir uma fera. Fiz-vos esta cópia.
O livro dizia que “a jibóia engole a presa inteira, sem mastigar. Depois não se pode mexer e passa os seis meses de digestão a dormir.”
Então, pensei e tornei a pensar nas aventuras da selava, peguei num lápis de cor e fiz o meu primeiro desenho. O meu desenho número 1. Ficou assim:
Fui mostrar a minha obra-prima às pessoas crescidas. Perguntei-lhes se o meu desenho metia medo.
As pessoas crescidas responderam: “Porque é que um chapéu havia de meter medo?”
O meu desenho não era um chapéu. O meu desenho era uma jibóia a fazer a digestão de um elefante. Para as pessoas crescidas entenderem, porque as pessoas crescidas estão sempre a precisar de explicações, fui desenhar a parte de dentro da jibóia. O meu desenho 2 ficou assim:
As pessoas crescidas disseram que era preferível eu deixar-me de jibóias abertas e jibóias fechadas e dedicar-me à geografia, à história, à matemática e à gramática. E assim abandonei, aos seis anos de idade, uma magnífica carreira de pintor. Ficara completamente abalado com o insucesso do meu desenho número 2. As pessoas crescidas nunca entendem nada sozinhas e uma criança acaba por se cansar de lhes estar sempre a explicar tudo.
Escolhi, portanto, outra profissão e aprendi a pilotar. Conheci grande parte do mundo de avião. E, afinal, a geografia acabou por me prestar bons serviços. Saber distinguir a China do Arizona à primeira vista pode ser bastante útil depois de uma noite a voar sem rumo certo.
Com um trabalho deste género tive, evidentemente, uma data de contactos com uma data de gente importante. Vivi durante anos e anos no mundo das pessoas crescidas. Vi-as de bem perto. Não fiquei com muito melhor opinião delas.»
(…)
retirado de
https://psicologosepsicologias.com/2013/07/07/%CF%88coisas-15-o-principezinho/

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Livro com cheiro a baunilha ou que bela é a palavra "gargalhada"


Esta coleção de livros com cheiro (também há com sabor a chocolate e a morango!) fez-me lembrar as borrachas, que adorava quando era criança, com cheiro a morango... só apetecia comer (acho mesmo que as mordia!!). Não sei bem se estes livros com cheiro são uma boa ideia... Afinal, o que vem lá dentro são histórias! É verdade que são saborosas, mas não por causa da baunilha!!!

Bem, ofereci este livro à C. há algum tempo e experimentei uma história. A que me pareceu a mais adequada. Escolhi «A mais bela do mundo». Não me pareceu ter tido grande recepção. Mas um facto é de assinalar: o T. adorou a palavra «gargalhada». Desatou a repeti-la com gosto. Não sabemos exactamente que gosto é este das palavras, mas o T. anda a descobri-lo!!!

O livro pode ser lido aqui: http://cataflash.catalivros.org/lm14/LM_0001_consola.html

O ratinho marinheiro




A C. e o T. andam entusiasmados com esta história de um ratinho aventureiro que se tornou marinheiro!

Numa casca de noz feita navio se lançou às ondas...

Valente ratinho que viaja pelo mar entre peixes grandes, pequenos e pequeninos...

Destemido ratinho que uma baleia engole e... desengole!

Ratinho, ratinho que decide, por fim, descansar.

Afinal, a vida de ratinho é em terra!!! Pois é lá que se encontram os queijinhos!!!

Para ler a história: http://www.slideshare.net/oceanodaspalavras4/o-ratinho-marinheiro-9198311


Para ver e ouvir, numa animação interessante em português do Brasil:

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Como é que uma galinha...

Tenho de confessar... gostava de ter escrito esta história!








Boa pergunta!!!
Vamos ler o livro para ver se encontramos uma boa resposta?!

A Lebre e a Tartaruga - 1

   Era uma vez uma lebre e uma tartaruga, que se puseram a teimar qual andava mais.
   - Sou eu! - dizia a lebre.
   -Sou eu! - dizia a tartaruga.
   - Aposta-se!
   - Pois aposta-se!
   E apostaram qual delas chegaria primeiro a um certo sítio, que ficava ainda assim muito longe dali - e depois separaram-se.
   A lebre, como corria muito, fiou-se nas pernas, e a meio do caminho pôs-se a dormir; mas a tartaruga, que sabia que não podia andar senão devagar, essa não se deitou a dormir e andou sempre, e chegou ao tal sítio primeiro que a lebre!
   Quando a lebre chegou diz-lhe a tartaruga:
    - Perdeste! Devagar se vai ao longe, o caso é não nos deixarmos dormir!
                                                                                  Fábula de Esopo na versão de Trindade Coelho


Quem não conhece esta história?
E qual o sentido que dela se retira? Ou, para usar o termo tradicional, qual a moral?
Pois é...
                                             «Devagar se vai ao longe»

Verdade é que também há quem diga que devagar é que não se vai longe... Como o Chico Buarque!
Mas o que é bom é ter estas dois modos de ver para poder escolher o melhor consoante as ocasiões!!

Então, aqui fica o Bom Conselho de Chico Buarque






quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O leão volta a atacar!



Tinha só mais um ano. Sete anos feitos em julho.
Esta é uma das muitas histórias, feitas de interrogações, reticências e pontos de exclamação, do pai do autor ainda desconhecido há pouco referido.


Publicado no DN, Suplemento «O Catraio», de 2 de Fevereiro de 1986

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

D. Caio



Esta história deve ser do agrado do J. E não falta muito para ser também do da C. e do T. Ainda não a contei, mas a história do alfaiate que matou sete de uma vez não pode ser esquecida!
(Retirada daqui:http://oficinadaslinguas-clubedeleitura.blogspot.pt/2008/04/d-caio.html)

D. Caio

Era um alfaiate muito poltrão, que estava trabalhando à porta da rua; como ele tinha medo de tudo, o seu gosto era fingir-se de valente. Vai de uma vez viu muitas moscas juntas e de uma pancada matou sete. Daí em diante não fazia senão gabar-se: 
- Eu cá mato sete de uma vez!
Ora o rei andava muito aparvalhado, porque lhe tinha morrido na guerra o seu general Dom Caio, que era o maior valente que havia, e as tropas do inimigo já vinham contra ele, porque sabiam que não tinha quem mandasse a combatê-las. Os que ouviram o alfaiate andar a dizer por toda a parte: “Eu cá mato sete de uma vez!” foram logo metê-lo no bico do rei, que se lembrou de que quem era tão valente seria capaz de ocupar o posto de Dom Caio.
Veio o alfaiate à presença do rei que lhe perguntou:
- É verdade que matas sete de uma vez?
- Saberá Vossa Majestade que sim.
- Então nesse caso vais comandar as minhas tropas e atacar os inimigos que me estão cercando.
Mandou vir o fardamento de dom Caio e fê-lo vestir ao alfaiate, que era muito baixinho, e que ficou com o chapéu de bicos enterrado até às orelhas; depois disse que trouxessem o cavalo branco de Dom Caio para o alfaiate montar. Ajudaram-no a subir para o cavalo, e ele já estava a tremer como varas verdes; assim que o cavalo sentiu as esporas botou à desfilada, e o alfaiate a gritar:
- Eu caio, eu caio!
Todos os que o ouviam por onde passava diziam:
- Ele agora diz que é o Dom Caio; já temos homem.
O cavalo, que andava acostumado às escaramuças, correu para o sítio em que se combatia, e o alfaiate com medo de cair ia agarrado às crinas, a gritar como um desesperado:
- Eu caio, eu caio!
O inimigo, assim que viu o cavalo branco do general valente e ouviu o grito: “Eu caio, eu caio!”, conheceu o perigo em que estava, e disseram os soldados uns para os outros:
- Estamos perdidos, que lá vem o Dom Caio; lá vem o Dom Caio!
E botaram a fugir à debandada; os soldados do rei foram-lhes no encalço e mataram-nos, e o alfaiate ganhou assim a batalha só em agarrar-se ao pescoço do cavalo e em gritar: “Eu caio”.
O rei ficou muito contente com ele e, em paga da vitória, deu-lhe a princesa em casamento, e ninguém fazia senão louvar o sucessor de Dom Caio pela sua coragem.

Teófilo Braga, Contos Tradicionais do Povo Português, Dom Quixote


sábado, 30 de agosto de 2014

Perder-se nos livros...


Comigo é assim: tanto me perco como os perco :)))

Não sei se esta história contada no «Pó dos Livros» se teria passado mesmo assim. Mas quer se tenha passado ou não, é uma bonita história que bem se podia ter passado assim. Tenho dito.

Agora o copy paste com imagem e tudo.




Uma miúda dos seus 4 a 5 anos corre ofegante para o balcão:

- Eu estou a brincar às escondidas. Por acaso não tem um livro grande onde eu me possa esconder?
- Não temos um livro assim tão grande, mas podes esconder-te atrás de uma estante.
- (franzindo o sobrolho) Não percebo… a minha mãe diz que gosta de livros porque se pode perder dentro deles.
- Ah! Mas não me parece que seja exactamente isso que ela quis dizer.

(retirado daqui: http://livrariapodoslivros.blogspot.pt/search?updated-max=2014-03-18T13:12:00Z&max-results=20)

segunda-feira, 21 de julho de 2014

João e Maria ou a Casinha de Chocolate

Esta é a história de dois meninos que se perderam na floresta onde, depois de andarem, andarem e ficarem cheios de fome, encontraram uma casinha feita de chocolate. Só não sabiam que quem vivia lá era uma bruxa muito má, Mesmo muito má. E a história continua...

Mostrei esta versão ao J.
Testada e aprovada!


segunda-feira, 28 de abril de 2014

O rapaz que gostava de aves

Eu também conheço um rapaz que gosta de aves, de muitos outros animais e de muitas coisas mais...
Por isso, este livro já seguiu ao seu encontro...






             

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Sopa de Rato





Esta história parece ter sido escrita para o J.!
De certeza que foi! Para ele e para os meninos que são como ele.

É possível espreitar aqui uma das histórias do espertalhão do rato!!!
É uma sopa de abrir o apetite!!

http://www.kalandraka.com/pt/colecoes/nome-da-colecao/detalhe-do-livro/ver/sopa-de-rato-1/

sábado, 28 de setembro de 2013

A maior flor do mundo

Só para não me esquecer de ler/mostrar esta história aos meus netos.

1. A história em livro:


















( retirei daqui: http://www.avvl.pt/images/stories/Biblioteca/historias/a-maior-flor-do-mundo.pdf )

2. A história, em animação:




«Realizado pelo galego Juan Pablo Etcheverry em 2006 e narrado pelo próprio José Saramago, este filme de animação (...) tem a banda sonora da lavra do galego Emilio Aragón que pela mesma recebeu o Prémio Amigos da Música de Badalona para a Melhor Música Original.
A Curta Metragem foi nomeada em 2008 para o prémio Melhor Curta-metragem de Animação nos Goya, e teve um grande êxito nos festivais como Prémios Mestre Mateo, Tokyo Global Environmental Film Festival, Anchorage International Film Festival de Alaska e no Festival Internacional de Cine Ecológico e Natureza de Canarias». Retirado de http://www.youtube.com/watch?v=39skGQVsXfs