A coreografia deste espectáculo é de Mehmet Balkan, os cenários e Figurinos de Olaf Zombeck. E à falta de imagem/ de video deste espectáculo, deixo aqui um breve apontamento da versão de 2014 pela mesma Companhia Nacional de Bailado, coreografia de Fernando Duarte e encenação e dramaturgia de André e. Teodósio. Comentário à parte, a minha memória é mesmo uma desgraça. É que também fomos ver este espectáculo e apenas tenho dele uma ideia vaga e imprecisa. Diria que a encenação foi mais original e apelativa. (ver aqui post de 27 de dezembro).
Este blogue é feito de memórias, de vivências, de desejos, de realidade e de sonho. Nele pulsa a infância e a eterna procura dela. É dedicado aos meus netos.
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domingo, 16 de dezembro de 2018
Quebra-nozes
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
O Lago dos Cisnes
A C. gosta muito de dançar. E desde muito cedo que vai a espectáculos de bailado e assiste até ao fim. Sem enfado nem sacrifício. Este ano, de novo, pela altura do Natal (mais precisamente a 17 de dezembro), a mãe levou-a ao Teatro Camões para ver O Lago dos Cisnes, bailado que já lá o tinha visto, não sei precisar exactamente quando.
Só que, desta vez, as coisas não correram tão bem, nem para ela nem para nós (mãe e avós) que a acompanhavamos.
Primeiro: a C. estava mal disposta, adoentada, com dores de garganta. Esteve desassossegada, o que nela não é habitual, durante os dois primeiros actos, quer dizer, até ao intervalo.
Segundo: o filme de Edgar Pêra, que me surpreendeu agradavelmente da primeira vez que o vi, provocou-me agora, na ligação com os movimentos do bailado uma sensação perturbadora e incomodativa. Como que uma permanente interferência que, em certas alturas, não deixava usufruir plenamente da beleza dos movimentos dos bailarinos. Considerei as imagens cansativas e excessivas.
Conclusão: após o intervalo a C. não quis continuar. A mãe achou por bem vir embora. E eu também. Em certa medida, tive pena. O corpo de bailarinos era muito bom, especialmente a bailarina principal.
Só que, desta vez, as coisas não correram tão bem, nem para ela nem para nós (mãe e avós) que a acompanhavamos.
Primeiro: a C. estava mal disposta, adoentada, com dores de garganta. Esteve desassossegada, o que nela não é habitual, durante os dois primeiros actos, quer dizer, até ao intervalo.
Segundo: o filme de Edgar Pêra, que me surpreendeu agradavelmente da primeira vez que o vi, provocou-me agora, na ligação com os movimentos do bailado uma sensação perturbadora e incomodativa. Como que uma permanente interferência que, em certas alturas, não deixava usufruir plenamente da beleza dos movimentos dos bailarinos. Considerei as imagens cansativas e excessivas.
Conclusão: após o intervalo a C. não quis continuar. A mãe achou por bem vir embora. E eu também. Em certa medida, tive pena. O corpo de bailarinos era muito bom, especialmente a bailarina principal.
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