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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Mesmo de avó

Mudemos de assunto. Falemos de acessórios: ganchos para o cabelo. Assim, como este, por exemplo:
Para a C. Já fiz vários e a C. tem muitos.
Gosta, não perde nenhum e arruma-os sempre. E fica sempre linda!

A Galinha Ruiva precisa de um moinho


1. A Galinha Ruiva da Disney
 
 
2. A história contada aqui:
 
3. Mas não há nada que chegue a ter um livro na mão! Desfolhá-lo para a frente e para trás, tocá-lo, demorá-lo nas mãos, acompanhar as imagens com a voz quente da mãe, do pai, da avó, do avô... daqueles que gostam de nós e para quem todo o tempo connosco é um tempo especial.
Não é verdade, J.? Também já seguiu pelo correio para ti a história da Galinha Ruiva contada pelo António Torrado.
 
 
 
 

 
Quem será que vai ajudar a galinha ruiva a ceifar o trigo?
 
    E a moer os grãos? E a amassar o pão? Quem será?
 
Certo é que a galinha ruiva vai precisar de um moinho.
 
 
 De um moinho igual àquele que o J. viu da última vez que cá esteve. Um moinho assim:
 
Moinho em Silveira, Torres Vedras (retirei daqui: http://olhodevento.blogspot.pt/2011/10/moinhos-do-oeste-de-potugal.html)
 
 
 
 

Schtroumpfs

Mais uma cedência da minha parte ao mercado... Já seguiu no correio uma caderneta de cromos para o J., como se dizia antigamente. Agora diz-se autocolantes, sem a necessidade do trabalho paciente de pôr a cola. E porque estamos num mercado global, são stickers. E porque a tradução que pretendem impor é a inglesa, falamos de smurfs e não schtroumpfs. É preciso que se diga que os azulitos são denominados originalmente por schtroumpfs, o que, sendo mais difícil para escrever é muito mais interessante de se dizer. Smurfs é muito mole, comparando com a impetuosidade de schtroumfs.
 
 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O Areias é um camelo

Esta é do tempo da mãe da C., que já a ensinou à filha.
Só me lembro do refrão...

O Areias é um camelo
Tem duas bossas
E muito pelo

De neta para avó

Estou a actualizar o meu repertório. Nunca tinha ouvido falar da Xana, da Xana Toc Toc. Pois fiquei a saber que é das cantoras preferidas da C.


Fui ao Jardim da Celeste

Como foi possível ainda não ter referido esta canção?
Há alguém, mãe, pai, avô, avó, bisavô, bisavó, que não saiba trautear o «giroflé, giroflá»?
Gosto muito destas letras de canções que incluem palavras sem significado.
 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Biscoitos bons

Estes sim! Estes são feitos por mim e fotografados pelo avô! Após várias tentativas, acho que consegui uns biscoitos bonitos e bons. O J. ainda não teve oportunidade de os provar, mas a C. provou e aprovou! Escusado será dizer que estou toda contente e considero isto uma vitória!



terça-feira, 20 de agosto de 2013

Línguas de gato

O J. provou-os cá em casa. E pediu mais.
A partir daí, tornaram-se os seus biscoitos preferidos.
Provavelmente o nome também ajuda. Línguas de gato.


Tenho muita pena de isto não ser uma foto tirada pelo G. de umas línguas de gato feitas por mim...Não é, não. Retirei daqui http://www.na-cozinha.com/2012/10/linguas-de-gato/#. Gostava de experimentar, mas não sei se terei coragem. Parece tudo muito fácil a ler e a ver as fotos tentadoras, mas parece-me que a forma das linguinhas não será fácil de resultar...

O som do silêncio

Mais outra grande canção. A fazer 50 anos. Nasceu em 1964, na década dos sonhos.


Hello darkness, my old friend
I've come to talk with you again
Because a vision softly creeping
Left its seeds while I was sleeping
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence

In restless dreams I walked alone
Narrow streets of cobblestone
'Neath the halo of a street lamp
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silence

And in the naked light I saw
Ten thousand people maybe more
People talking without speaking
People hearing without listening
People writing songs that voices never shared
No one dared
Disturb the sound of silence

"Fools," said I, "you do not know
Silence like a cancer grows
Hear my words that I might teach you
Take my arms that I might reach you"
But my words like silent raindrops fell
And echoed in the wells of silence

And the people bowed and prayed
To the neon god they made
And the sign flashed out its warning
In the words that it was forming
And the sign said "The words of the prophets are written on the subway walls
And tenement halls
And whispered in the sound of silence"

Ó ó ó ó menino ó


Esta também é uma canção de embalar verdadeira. Das mais verdadeiras, visto que até a verdade é passível de graus. 

 
 Aqui numa primeira versão da Brigada Victor Jara, com a Né Ladeiras



 
 
Ó ó ó ó menino ó
o teu pai foi ao eiró
com ’ma vara d’aguião

p’ra matar o perdigão

Ó ó ó ó Ó ó ó ó Ó ó ó ó

Ó ó ó ó menino ó

teu pai foi ao eiró

tua a mãe à borboleta

logo te vem dar a teta

ó ró-ró

Esta também a conheço como canção de embalar. Encantadora. Nossa.
Já a devo ter cantarolado aos meus netos e sem ser aos meus netos. Descomprometidamente. Sem letra de jeito, apenas «o ró-ró que agora ó ó ró-ró» (na minha mui livre interpretação)...
 
Não consigo passar para aqui o video, mas fica aqui o link da versão recolhida por Giacometti de que gosto muito.
 
 
A  versão da Né Ladeiras também é muito bonita, mas não embala tanto...
 
 
 
 
Cum ró-ró pego no nino

Cum ró-ró "xê bai dromindo".

Ó ró-ró, ó ró-ró que agora non!

Cum ró-ró pego no nino

Cum ró-ró "xê dromirá".

Ó ró-ró, ó ró-ró que agora non!


 

Run run run não é uma canção de embalar

Não sei a quem lembraria achar que isto é uma canção de embalar...
No entanto, é assim que a ouço, principalmente na bela interpretação dos
Inti-Illimani. Ouço uma canção de embalar? Então, é uma canção de embalar.



En un carro de olvido,
antes de aclarar,
de una estación del tiempo,
decidido a rodar.

Run-Run se fue pa´l Norte,
no sé cuándo vendrá.
Vendrá para el cumpleaños
de nuestra soledad.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A AVENTURA DO ESQUILO ALEXANDRE E DOS SEUS AMIGOS

      Esta história tem origem numa viagem que fizemos a Lisboa, os avós, o J. e a sua mamã, para visitar a exposição dos dinossauros... O J. começou e cada um dos viajantes foi dando o seu contributo....
Então...

ERA UMA VEZ....

 
    Era uma vez um esquilo chamado Alexandre que vivia na floresta. Nessa floresta viviam também outros animais. Uns simpáticos, outros menos simpáticos, uns bons, outros menos bons e ainda outros maus, mesmo muito maus. Neste último grupo estavam as hienas, as terríveis hienas.
     O esquilo Alexandre tinha como grandes amigos dois outros animais simpáticos como ele: o coelho Anastácio e o macaco Anacleto.
     Um dia em que foram os três passear, aventuraram-se pelo interior da floresta e aconteceu perderem-se! O esquilo Alexandre não encontrava a copa da árvore onde se protegia, o coelho Anastácio não encontrava a sua toca e o macaco Anacleto os seus ramos preferidos.
Já tinham andado um bom bocado à procura, quando encontraram um leão, refastelado, a quem decidiram pedir ajuda. O leão olhou para eles, com olhos preguiçosos, e nem se dignou responder. Uma mosca que parecia um pouco morta, tendo assistido à cena, ficou logo bem viva e muito chocada com tal comportamento. Desatou a voar com as suas asas barulhentas mesmo junto do ouvido do leão e a picar-lhe o focinho, nos intervalos da sua grande juba, de tal modo que o leão teve de reagir, incomodado. 
    O esquilo Alexandre, o coelho Anastácio e o macaco Anacleto olhavam divertidos e voltaram a perguntar ao leão se os podia ajudar a encontrar o caminho de volta. O leão, já bem acordado, olhou aqueles três, e achou graça ao ar afoito e ao atrevimento daqueles animais tão pequeninos.
    - Pois querem saber o caminho de volta? De volta para onde? – perguntou com a sua voz de leão. E largou um rugido assustador, mas que não assustou ninguém.
   - De volta para as nossas casas, no início da floresta.
   - No início da floresta? A contar de onde? - Perguntou o leão, franzindo o sobrolho. E comentou:
   - Sempre me saíram uns tontos desorientados!
  Os três amigos olharam uns para os outros e responderam em coro:
  - Do lado de onde nasce o sol.
  - Ah! Muito bem. Para isso é melhor procurar a girafa que, para além de bonita, é muito orientada! Com o seu longo pescoço, consegue espreitar do alto das árvores. Daqui onde eu estou e vocês, ó pequenotes, não se consegue descobrir onde está o sol. Vou convosco. Até me está a apetecer bater um papo com a minha amiga girafa. – disse o leão sem más intenções.
     O esquilo Alexandre, o coelho Anastácio e o macaco Anacleto acharam isso uma boa ideia e lá se puseram todos a caminho, sempre acompanhados da mosca Albertina (era assim que se chamava a mosca). Só que nenhum deles sabia que, pelo caminho, haviam de encontrar a terrível hiena que a todos amedrontava. Até ao leão, embora ninguém soubesse.
    Assim seguiam os quatro, perdão, os cinco, calmamente (que o leão não estava para grandes pressas), quando lhes salta a hiena no caminho com o seu ar feroz e exclama:
    - Mas que belo quarteto ( a hiena não via a mosca…) Que bela refeição me apareceu no caminho! Vou comer-vos! - E lambeu os beiços de entusiasmo.
      O esquilo, o coelho e até o macaco, que nunca parava quieto, ficaram parados de susto. O leão ficou cheio de medo, mas não o podia dar a entender, pois que havia o esquilo, o coelho, o macaco (e a mosca!) de pensar acerca do «rei da selva» se ele não se mostrasse corajoso?! Então, disse com a sua voz mais potente e com o ar mais sereno de que foi capaz:
     - Calma aí, amiga hiena (amiga era apenas uma força de expressão). Calma.- Isto disse o leão para dar tempo a que lhe aparecesse uma boa ideia para escapar da situação.
    A hiena ficou espantada. Então os franzinos não tinham medo dela? E o leão atrevia-se a responder? Ninguém fugia?
    Enquanto a hiena se distraia com estes pensamentos, já os franzinos, quer dizer, o coelho, o esquilo, o macaco e a mosca tinham saltado para o dorso do leão e… pernas para que vos quero!
     O leão corria a bom correr e deixou os «pequenotes», como ele chamava aos três amigos, cheios de emoção naquela correria louca. Já nem se lembravam que o que queriam era voltar para as suas casas no início da floresta. O leão, vaidoso como era, ficou todo ufano da admiração que causava e nem se deu conta por onde seguia. Nisto, grita e guincha o macaco Anacleto, de satisfação:
     - Olha! Olha! A minha árvore, os meus ramos preferidos! Ali! Ali! Os meus ramos preferidos!
      E o coelho Anastácio, aos saltos sem parar, diz entusiasmado:
      - Olha! Olha! A minha toca, está ali a minha toca!
      E o esquilo Alexandre, mais comedido mas de olhinhos brilhantes de contentamento:
      - A minha árvore! Estou a ver a minha árvore! – exclamou, quase sussurrando.
A mosca Albertina que até à data pousava em qualquer lado, andando por onde calhasse, decidiu naquela altura que havia de passar a morar junto dos pequenotes, na árvore de bela copa que protegia o esquilo, junto da árvore de longos ramos em que o macaco se balançava e bem pertinho da toca do coelho Anastácio.
     E o leão? Satisfeito de ter encontrado o início da floresta, iniciou o seu caminho para a savana, onde o aguardava a sua família. Afinal, era ele quem andava perdido na densa floresta!


 

 

 


 

domingo, 18 de agosto de 2013

À procura do sapo Tobias

Andámos à procura do sapo e... nada de Tobias.

Foi só uma noite agradável de Verão...

Grande canção (outra)

A crónica do poeta Tolentino Mendonça na Revista do Jornal Expresso deste fim de semana relembrou-me a bela canção de Violeta Parra. Há algum tempo, também o historiador José Mattoso lhe tinha feito referência. Na altura, o G. até passou a letra, a manuscrito, para uma folha de papel branca. Para ler, entoar e saborear. É bom, às vezes, estarmos gratos à vida. Ser capaz de ver o essencial. Distraímo-nos tanto com a espuma, que esquecemos a água límpida e as correntes profundas. Apesar de tudo, e como lembra Tolentino, Violeta Parra acabou com a vida. Não chega. Nada chega, em momentos de solidão e desamparo. 

Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me dio dos luceros que, cuando los abro,
Perfecto distingo lo negro del blanco,
Y en el alto cielo su fondo estrellado
Y en las multitudes el hombre que yo amo.

Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me ha dado el oído que, en todo su ancho,
Graba noche y día grillos y canarios;
Martillos, turbinas, ladridos, chubascos,
Y la voz tan tierna de mi bien amado.

Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me ha dado el sonido y el abecedario,
Con él las palabras que pienso y declaro:
Madre, amigo, hermano, y luz alumbrando
La ruta del alma del que estoy amando.

Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me ha dado la marcha de mis pies cansados;
Con ellos anduve ciudades y charcos,
Playas y desiertos, montañas y llanos,
Y la casa tuya, tu calle y tu patio.

Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me dio el corazón que agita su marco
Cuando miro el fruto del cerebro humano;
Cuando miro el bueno tan lejos del malo,
Cuando miro el fondo de tus ojos claros.
Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me ha dado la risa y me ha dado el llanto.
Así yo distingo dicha de quebranto,
Los dos materiales que forman mi canto,
Y el canto de ustedes que es el mismo canto
Y el canto de todos, que es mi propio canto.
Gracias a la vida que me ha dado tanto.


Grande canção

"Bésame mucho", um dos boleros mais conhecidos, foi escrito em 1940 pela compositora mexicana  Consuelo Velázquez.
O resto da história, já sabemos. Grande canção, grandes intérpretes.
Mais uma canção com passado, que o mesmo é dizer, com futuro.
Por isso, mais tarde ou mais cedo, os meus netos ouvi-la-ão com prazer.

Bésame, bésame mucho
Como si fuera esta noche
La última vez

Bésame, bésame mucho
Que tengo miedo perderte,
Perderte después.

Quiero tenerte muy cerca
Mirarme en tus ojos
Verte junto a mi
Piensa que tal vez mañana
Yo ya estaré lejos
Muy lejos de tí.

Bésame, bésame mucho
Como si fuera esta noche
La última vez

Bésame, bésame mucho
Que tengo miedo perderte,
Perderte después.

Escolho Cesaria Évora


E nestas voltas pelo youtube, descubro que os Beatles têm uma interpretação desta canção. Inconfundível, para quem pudesse adivinhar o seu percurso.
Na nota de quem colocou o vídeo lê-se:
This is one the songs The Beatles played for their audition for Decca Records on January 1st, 1962. Though the performance by Paul is extraordinary and the harmonies by George and John are razor sharp and as tight as they ever were The Beatles were rejected and another band now forgotten were signed.

sábado, 17 de agosto de 2013

Adivinha

Estamos perante três fotos de naturezas-mortas, mas só uma é genuína. Em duas delas há um elemento intruso.
Qual é esse elemento? :)





Surpresas na sebe

Andava o avô a tratar da sebe e depara-se com esta surpresa.



É mesmo isso! Um ninho com 5 ovos!!!


E o pormenor do fio azul?! Foi fácil reconhecer o resto de linha de coser que inadvertidamente foi parar ao jardim. Em boa hora! 

Aqui há melro

Há um melro que nos visita regularmente.

O ano passado teve até o desplante de fazer um ninho na nossa garagem... Sorte a minha, que vi pela primeira vez ovos azuis sem corante artificial!
Este ano cá o tivemos outra vez. Estava a Primavera a despontar, lá andava ele por aqui...
Em cima do mesmo telhado...
 


 
E passado um mês, em abril chuvoso, ainda por cá continuava... Desta vez, escolheu o muro ao pé do telhado...
 
 
 
Já se foi embora.
Para o ano, cá o esperamos!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Lírio da paz



Há muito tempo que aguardava que se dignasse florescer. Finalmente, aconteceu este ano.
Uma flor singela. Solitária e linda.
E só agora, querendo mostrá-la aqui, é que lhe soube o nome...



quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Aviões

Depois do Faísca Macqueen e seus amigos, chega a vez do Dusty, um pequeno avião com medo das alturas!(?)


Hoje, 15 de Agosto, estreou em Portugal o filme da Disney, «Aviões», em 3D.
E, ou eu me engano muito, ou, depois dos «Schtroumpfs» em 3D, este vai ser o próximo filme a ser visto pelo J.
É melhor guardar os óculos!!!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Canções com saias

A saia da Carolina tem um lagarto pintado
Sim Carolina Ó i Ó ai,
Sim Carolina Ó Ai meu Bem...


Ó Rosa arredonda a saia
Ó Rosa arredonda-a bem
Ó Rosa arredonda a saia
Olha a roda que ela tem...




quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Schtroumpfs, Estrumpfes, Smurfs...

Este mês estreou nas salas de cinema um novo filme de animação The Smurfs 2, se não erro no título. De qualquer modo, parece certo que o nome não é o original e a produção e realização é norte-americana. O J. anda todo entusiasmado, pois estes pequeninos seres azuis já fazem parte das suas brincadeiras, tal como, em menor escala, fizeram parte das do seu pai e tios. A verdade é que os Estrumpfes (acho que era assim que se traduzia em Portugal, pelos anos 80, o original Schtroumpfs) ...
           são da minha idade!

Como se lê nesta notícia do DN, de há dois anos, a propósito da exposição sobre Pierre Culliford, belga (como não podia deixar de ser!), em Paris:

«Peyo, aliás, Pierre Culliford, é conhecido como o criador dos Estrumpfes, mas a exposição que lhe é dedicada em Paris pretende revelar toda a riqueza do universo gráfico de um dos grandes autores da banda desenhada.

 
A páginas tantas da grande exposição retrospectiva da obra gráfica de Peyo, patente até ao próximo dia 30 no Hôtel Marcel Dassault, em Paris, o visitante depara, no meio de vários objectos pessoais e material de arquivo do criador de Johan e Pirluit e dos Estrumpfes, com a asa de um pássaro.
A explicação para a presença de tão insólito objecto entre os pertences do autor belga de banda desenhada é simples. Peyo usava a asa para limpar do estirador os fiapos das borrachas com que apagava os seus desenhos.
A Artcurial, responsável pela organização da exposição, pretende mostrar aos que identificam Peyo apenas com os Estrumpfes, e aos que conhecem estas personagens só da animação televisiva, toda a riqueza da sua obra, já que, segundo Éric Leroy, o seu comissário, "é terrivelmente redutor" confinar Peyo ao universo dos duendezinhos azuis e aos seus desenhos animados.
Ele era "um desenhador meticuloso e perfeccionista, bem como um imenso argumentista", mas a imediata e imensa popularidade dos Estrumpfes, a sua projecção mundial e o seu gigantesco sucesso comercial, acabaram por monopolizar Peyo e empurraram para segundo plano ou cancelaram as suas outras criações. Nomeadamente a genial série Johan e Pirlouit, ambientada numa Idade Média onde o fantástico se manifestava mas nem por isso fazia Peyo descurar o rigor histórico com que a concebia. Era a série favorita do autor, mas acabou por ser a principal vítima do triunfo dos Estrumpfes.
(Ironicamente, os Estrumpfes fizeram a primeira aparição numa aventura de Johan e Pirlouit, La Flûte à Six Schtroumpfs, em 1958).
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(Para continuara ler, consultar http://www.dn.pt/gente/interior.aspx?content_id=1946922&page=-1)

Pois Schtroumpfs, Estrumpfes, Smurfs e, já agora...Azulitos? Se é ao gosto do freguês, não vejo por que não. Para mim, são os Azulitos.
Em português (do Brasil) e em francês, o episódio «O ovo mágico». Espero que o J. goste. E que a C. e o T. venham a gostar...




 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Dia Mundial dos Avós

Este post é para juntar ao de 26 de julho de 2013.

Estive a reler o post do ano anterior. Por essa altura, o T. ainda não tinha vindo ao mundo.

Para ser coerente, devo aqui acrescentar o Outono das «Quatro Estações de Vivadi»...