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sábado, 30 de agosto de 2014

Perder-se nos livros...


Comigo é assim: tanto me perco como os perco :)))

Não sei se esta história contada no «Pó dos Livros» se teria passado mesmo assim. Mas quer se tenha passado ou não, é uma bonita história que bem se podia ter passado assim. Tenho dito.

Agora o copy paste com imagem e tudo.




Uma miúda dos seus 4 a 5 anos corre ofegante para o balcão:

- Eu estou a brincar às escondidas. Por acaso não tem um livro grande onde eu me possa esconder?
- Não temos um livro assim tão grande, mas podes esconder-te atrás de uma estante.
- (franzindo o sobrolho) Não percebo… a minha mãe diz que gosta de livros porque se pode perder dentro deles.
- Ah! Mas não me parece que seja exactamente isso que ela quis dizer.

(retirado daqui: http://livrariapodoslivros.blogspot.pt/search?updated-max=2014-03-18T13:12:00Z&max-results=20)

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Fernando Pessoa na voz de José Afonso

Não tenho a certeza, mas creio que este poema entrou na minha vida com a música do Zeca.



O video apresenta um comboio como deve ser, mas eu acho que o comboio de Queluz à Cruz Quebrada, descendente ou ascendente, deveria ser mais deste estilo...

Aldeia de José Franco (Sobreiro de Mafra)

Poesia infantil de Fernando Pessoa? (5)

Este poema, com a entoação certa, pode agradar aos meus netos.
É infantil? Não é do mesmo modo que os anteriores o são. Mas acho que pode ser.

(Aliás, tenho muitas dúvidas acerca da categoria «infantil»...)

No comboio descendente

No comboio descendente
Vinha tudo à gargalhada,
Uns por verem rir os outros
E os outros sem ser por nada —
No comboio descendente
De Queluz à Cruz Quebrada.
No comboio descendente
Vinham todos à janela, 
Uns calados para os outros
E os outros a dar-lhes trela —
No comboio descendente
Da Cruz Quebrada a Palmela.
No comboio descendente
Mas que grande reinação!
Uns dormindo, outros com sono,
E os outros nem sim nem não —
No comboio descendente 
De Palmela a Portimão.
(retirado de http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/fileadmin/CASA_FERNANDO_PESSOA/Imagens/servico_educativo/No_comboio_descendente.pdf)

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Futebol


Primeiro treino de futebol.
A correr com estilo!!! Há-de haver uma bola algures...

De pequenino se torce o destino, como diz a canção do Sérgio Godinho...


Futebolista a correr


No princípio era assim:

retirado de: http://www.prof2000.pt/users/fair-play/

Os olhos da Marianita

Uma bela canção  popular tão do agrado da C.




terça-feira, 26 de agosto de 2014

Porquinha Peppa

Quem é esta porquinha Peppa que encanta a C. e o T.?
Parece que é uma animação britânica de 2004. Demasiado recente para mim...
Nunca é tarde para aprender!

A Peppa tem 5 anos e mora com os seus pais e o seu irmãozinho de ano e meio. Está-se mesmo a ver que tem os ingredientes fundamentais para uma boa identificação infantil! Muita brincadeira e muitas aventuras! E em várias línguas, como convém à C. e ao T.!




 



Poesia Infantil de Fernando Pessoa (4)



Poema Pial


Toda a gente que tem as mãos frias
Deve metê-las dentro das pias.

Pia número UM,
Para quem mexe as orelhas em jejum.

Pia número DOIS,
Para quem bebe bifes de bois.

Pia número TRÊS,
Para quem espirra só meia vez.

Pia número QUATRO,
Para quem manda as ventas ao teatro.

Pia número CINCO,
Para quem come a chave do trinco.

Pia número SEIS,
Para quem se penteia com bolos-reis.

Pia número SETE,
Para quem canta até que o telhado se derrete.

Pia número OITO,
Para quem parte nozes quando é afoito.

Pia número NOVE,
Para quem se parece com uma couve.

Pia número DEZ,
Para quem cola selos nas unhas dos pés.

E, como as mãos já não estão frias,
Tampa nas pias!

(retirado daqui: http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/fileadmin/CASA_FERNANDO_PESSOA/Imagens/servico_educativo/Poema_Pial.pdf)

Há aqui coisas muito estranhas!!!!
Só mesmo as crianças são capazes de entender!!!

Era uma vez um cuco que não gostava de couves


A C. e o T. gostam muito deste cuco que não gostava de couves...

Esta animação é do tempo da Rua Sésamo, dos melhores programas infantis de que há memória.



Era uma vez um Cuco
Que não gostava de couves.
Mandou-se chamar o pau
Para vir bater no cuco
O pau não quis bater no cuco
O cuco não quis comer as couves
Ele ia sempre a dizer: “Couves não hei-de eu comer!”
Mandou-se chamar o fogo
Para vir queimar o pau
O fogo não quis queimar o pau
O pau não quis bater no cuco
O cuco não quis comer as couves
Ele ia sempre a dizer: “Couves não hei-de eu comer!”
Mandou-se chamar a água
Para vir apagar o fogo
A água não quis apagar o fogo
O fogo não quis queimar o pau
O pau não quis bater no cuco
O cuco não quis comer as couves
Ele ia sempre a dizer: “Couves não hei-de eu comer!”
Mandou-se chamar o boi
Para vir beber a água
O boi não quis beber a água
A água não quis apagar o fogo
O fogo não quis queimar o pau
O pau não quis bater no cuco
O cuco não quis comer as couves
Ele ia sempre a dizer: “Couves não hei-de eu comer!”
Mandou-se chamar o homem
Para vir ralhar com o boi
O homem não quis ralhar com o boi
O boi não quis beber a água
A água não quis apagar o fogo
O fogo não quis queimar o pau
O pau não quis bater no cuco
O cuco não quis comer as couves
Ele ia sempre a dizer: “Couves não hei-de eu comer!”
Mandou-se chamar o polícia
Para vir prender o homem
O polícia não quis prender o homem
O homem não quis ralhar com o boi
O boi não quis beber a água
A água não quis apagar o fogo
O fogo não quis queimar o pau
O pau não quis bater no cuco
O cuco não quis comer as couves
Ele ia sempre a dizer: “Couves não hei-de eu comer!”
Mandou-se chamar a morte
Para vir matar o polícia
A morte quis matar o polícia
O polícia já quis prender o homem
O homem já quis ralhar com o boi
O boi já quis beber a água
A água já quis apagar o fogo
O fogo já quis queimar o pau
O pau já quis bater no cuco
O cuco já quis comer as couves
Era uma vez um cuco
Que já gostava de couves!
(retirado daqui: http://educamais.com/lengalenga-do-cuco/)

«A encomendinha»

18 de Agosto de 2014!

Esta data é memorável!

O J. teve o seu primeiro dia de escola! De escola a sério! Aquela onde se aprende a ler, a escrever, a contar...

E não é que estava todo compenetrado?
Lá foi ele, acompanhado dos seus amigos, que um rapaz desta idade já conhecedor da escola de outras lides não precisa da companhia de adultos!!!



A propósito do primeiro dia de escola, recordo sempre o texto de Trindade Coelho que nunca esqueci desde que o li na antiga Selecta Literária dos Liceus...

– Muito bons-dias. Lá de casa mandam dizer que aqui está a encomendinha.
Oh! Oh! A encomendinha era eu, que ia pela primeira vez à escola. Ali estava a encomendinha!
– Está bem, que fica entregue. E lá em casa como vão?
                        (excerto retirado daqui: http://contosdeaula.blogspot.pt/2007/09/para-escola.html)

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Poesia Infantil de Fernando Pessoa (3)


Pia, pia, pia 
O mocho 
Que pertencia                                             
A um coxo...



Zangou-se o coxo 
Um dia. 
Meteu o mocho 
Na pia, pia, pia.


Retirado daqui:  http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/index.php?id=2241

Poesia Infantil de Fernando Pessoa (2)

LEVAVA EU UM JARRINHO
Levava eu um jarrinho
P’ra ir buscar vinho
Levava eu um tostão
P’ra comprar pão;
E levava uma fita
Para ir bonita.

Correu atrás
De mim um rapaz:
Foi o jarro p’ra o chão,
Perdi o tostão,
Rasgou-se-me a fita...
Vejam que desdita!

Se eu não levasse um jarrinho,
Nem fosse buscar vinho,
Nem trouxesse uma fita
P’ra ir bonita,
Nem corresse atrás
De mim um rapaz
Para ver o que eu fazia,
Nada disto acontecia
.

Retirado daqui: http://leiturasaoventomaringa.blogspot.pt/2011/06/fernando-pessoa-menino.html

Maria Helena Vieira da Silva

Há coisas que eu penso que hão-de vir a ser apreciadas pelos meus netos. No momento certo.
Esta é uma delas, a pintura de Vieira da Silva. E as pinturas de Vieira da Silva em tapeçaria. Tapeçaria de Portalegre.
Vem isto a propósito da exposição que está presente na Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva.
Vale a pena uma visita. Não é grande pena. É um prazer.

TAPEÇARIAS DE PORTALEGRE NA OBRA DE VIEIRA DA SILVA


Les degrés
Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, 1981
(retirado daqui 
http://fasvs.pt/exposicoes/exposicoesimage/564)

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Jardim Jaleco

Para quando a reedição do Jardim Jaleco do Carlos Mendes?

Pergunto eu, que preciso de canções  - boas músicas, boas letras - para os meus netos e as deste álbum são bem giras. Ainda por cima, não é fácil encontrá-las nos sítios habituais...


A capa do vinil com a serpente Serafina (a grande vaidosa), o hipopótamo, o elefante.... O Guarda EZEQUIEL!




É possível encontrar aqui, mas sem animação.

Eis o link para o

Guarda Ezequiel
http://www.dailymotion.com/video/x176ld2_jardim-jaleco-o-guarda-ezequiel_music
retirado daqui: http://tiago.pinhal.com/blogue/tag/jardim-jaleco/
para a
Serpente Serafina 
http://www.dailymotion.com/video/x176mhr_jardim-jaleco-a-serpente-serafina_music

«...Eu sou a serpente Serafina, gosto de me dar com gente fina
eu sou a serpente Serafina, tenho olhos de amêndoa, língua viperina,
 sem falar da pele que é mesmo de espanto
eu sou  a serpente Serafina, não há quem resista ao meu doce encanto...»

para o
Elefante D. Henrique!!
http://www.dailymotion.com/video/x176kks_jardim-jaleco-o-elefante-d-henrique_music

retirado daqui: http://tiago.pinhal.com/blogue/page/149/

para o
Hipopótamo Aristocrata (Ui, que boca tããão graande!)
http://www.dailymotion.com/video/x176n1r_jardim-jaleco-hipopotamo-aristocrata_music

«Eu tenho uma pata de aristocrata e moro defronte do rinoceronte
tem um corno no meio que bicho tão feio e mesmo a girafa também não se safa
Eu tenho uma pata de aristocrata e chamam-me gordo, mas que grande lata!
....»

E não resisto ao
Jacaré casca grossa
http://www.dailymotion.com/video/x176mvd_jardim-jaleco-jacare-casca-grossa_music

«Sou Jacaré de mão fina, não tenho pata nem pelo
nem nunca usei brilhantina para alisar o cabelo
sou jacaré de mão fina, a mim ninguém me faz mossa,
não sou como a Serafina, eu cá sou de casca grossa.
Sou Jacaré, assim é que é e gosto do fado
mas tratam-me mal e roubam-me a pele para fazer calçado. 
Mas eu não me rendo, só pretendo a igualdade.
Sou casca-grossa, mas nunca pus a pata na poça!
Muito obrigadinho, muito obrigado, muito obrigadinho, muito obrigado..."

e ao
Burro Adalberto 
http://www.dailymotion.com/video/x176n7x_jardim-jaleco-burro-adalberto_music
«Era um burro nada burro e senhor do seu nariz
cantava no Coliseu, cantava no Coliseu e também no S. Luís
sempre que ia cantar tinha grandes ovações porque ele
em vez de zurrar cantava lindas canções
Eu não zurro eu não zurro porque isso é próprio do burro...»
( Vd. letra aqui: http://chapreto.blogs.sapo.pt/253675.html)

o melhor é ouvir tudo, O.K.? E de seguida. É só clicar aqui
https://soundcloud.com/jardim-jaleco/sets/jardim-jaleco

A próxima ida ao Jardim Zoológico tem que ser devidamente ilustrada!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Canário amarelo ou yellow canary


Depois do Yellow submarine temos o yellow canary!!!

Surpresa para os meus netos quando chegarem de férias!






Amarelinho, bem amarelinho!!!

Pois andava um canarito perdido que teve a sorte de ser encontrado pelo avô G. e não por um desses gatitos que se passeiam muitas vezes por aqui...Como todos sabemos, a natureza é cruel, ou melhor, não conhece distinções morais!!! Os gatos que afagamos com gosto de tão fofinhos, não são capazes de olhar passaritos, amarelitos ou não. Atiram-se a eles e fazem-nos desaparecer num ápice.

Havia por aqui uma gaiola empoeirada, que tinha sido habitada por um periquito azul turquesa, a quem o N. apelidou de Quininho. O avô G., sem dizer nada, pôs lá dentro o canário, pôs-lhe água e comida e colocou a gaiola no sítio que era costume.

Que grande surpresa a minha, quando entro na cozinha e me deparo com a velha gaiola no parapeito da janela e um passarito lá dentro a cantar!!! O Quininho voltara!!! Foi o que pensei, de repente. Por isso, o baptizei logo de Quinito.


Yellow submarine

Parece que é o que está a dar entre a criançada!

Bom gosto, é o que é!