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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Isto também é um bocadinho, mais do que um bocadinho, de avó

Diz-se das conversas que são como as cerejas. Uma conversa puxa a outra - presumo que é isto que acontece com as cerejas, pelo menos quando estamos a comê-las:) - e está-se assim a conversar sem rumo nem fito. Claro que hoje em dia este dito anda um pouco esquecido, pois há muito pouco tempo para conversas. E quanto a compreender a comparação, tenho também a dizer que as cerejas só existem em certas zonas do país, todos os anos há largos prejuízos por causa da chuva antes do tempo, do granizo ou do calor excessivo e quando chegam ao mercado ou ao supermercado são sempre muito caras para o bolso do português da classe média, cada vez mais baixa.
Vem isto a propósito do post anterior, porque, afinal, também os pensamentos são como as cerejas... e, como dizia, o post anterior fez-me lembrar as canções-histórias do Sérgio Godinho e os belos romances populares como o da Bela Infanta ou o do Conde Nino (ou do Conde Alemanha..). Ora estes romances já me parecem ser muito próprios para cantar à J. ou ao C., dentro de pouco tempo. Assim não me falte o tempo, o engenho e a arte.
Para já, vou deixar aqui uma versão do belo Romance do Conde Nino que descobri no Youtube cantada pelo Paco Ibanez. Não resisto à voz do Paco Ibanez e a esta história mágica...



Afinal, também envcontrei a versão portuguesa na voz do Luís Cília - que saudade - com um belíssimo acompanhamento (muito superior ao do Paco Ibanez, verdade seja dita). Foi com ele, aliás, que tomei conhecimento desta história trágica de amor.

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