sábado, 17 de agosto de 2013

Adivinha

Estamos perante três fotos de naturezas-mortas, mas só uma é genuína. Em duas delas há um elemento intruso.
Qual é esse elemento? :)





Surpresas na sebe

Andava o avô a tratar da sebe e depara-se com esta surpresa.



É mesmo isso! Um ninho com 5 ovos!!!


E o pormenor do fio azul?! Foi fácil reconhecer o resto de linha de coser que inadvertidamente foi parar ao jardim. Em boa hora! 

Aqui há melro

Há um melro que nos visita regularmente.

O ano passado teve até o desplante de fazer um ninho na nossa garagem... Sorte a minha, que vi pela primeira vez ovos azuis sem corante artificial!
Este ano cá o tivemos outra vez. Estava a Primavera a despontar, lá andava ele por aqui...
Em cima do mesmo telhado...
 


 
E passado um mês, em abril chuvoso, ainda por cá continuava... Desta vez, escolheu o muro ao pé do telhado...
 
 
 
Já se foi embora.
Para o ano, cá o esperamos!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Lírio da paz



Há muito tempo que aguardava que se dignasse florescer. Finalmente, aconteceu este ano.
Uma flor singela. Solitária e linda.
E só agora, querendo mostrá-la aqui, é que lhe soube o nome...



quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Aviões

Depois do Faísca Macqueen e seus amigos, chega a vez do Dusty, um pequeno avião com medo das alturas!(?)


Hoje, 15 de Agosto, estreou em Portugal o filme da Disney, «Aviões», em 3D.
E, ou eu me engano muito, ou, depois dos «Schtroumpfs» em 3D, este vai ser o próximo filme a ser visto pelo J.
É melhor guardar os óculos!!!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Canções com saias

A saia da Carolina tem um lagarto pintado
Sim Carolina Ó i Ó ai,
Sim Carolina Ó Ai meu Bem...


Ó Rosa arredonda a saia
Ó Rosa arredonda-a bem
Ó Rosa arredonda a saia
Olha a roda que ela tem...




quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Schtroumpfs, Estrumpfes, Smurfs...

Este mês estreou nas salas de cinema um novo filme de animação The Smurfs 2, se não erro no título. De qualquer modo, parece certo que o nome não é o original e a produção e realização é norte-americana. O J. anda todo entusiasmado, pois estes pequeninos seres azuis já fazem parte das suas brincadeiras, tal como, em menor escala, fizeram parte das do seu pai e tios. A verdade é que os Estrumpfes (acho que era assim que se traduzia em Portugal, pelos anos 80, o original Schtroumpfs) ...
           são da minha idade!

Como se lê nesta notícia do DN, de há dois anos, a propósito da exposição sobre Pierre Culliford, belga (como não podia deixar de ser!), em Paris:

«Peyo, aliás, Pierre Culliford, é conhecido como o criador dos Estrumpfes, mas a exposição que lhe é dedicada em Paris pretende revelar toda a riqueza do universo gráfico de um dos grandes autores da banda desenhada.

 
A páginas tantas da grande exposição retrospectiva da obra gráfica de Peyo, patente até ao próximo dia 30 no Hôtel Marcel Dassault, em Paris, o visitante depara, no meio de vários objectos pessoais e material de arquivo do criador de Johan e Pirluit e dos Estrumpfes, com a asa de um pássaro.
A explicação para a presença de tão insólito objecto entre os pertences do autor belga de banda desenhada é simples. Peyo usava a asa para limpar do estirador os fiapos das borrachas com que apagava os seus desenhos.
A Artcurial, responsável pela organização da exposição, pretende mostrar aos que identificam Peyo apenas com os Estrumpfes, e aos que conhecem estas personagens só da animação televisiva, toda a riqueza da sua obra, já que, segundo Éric Leroy, o seu comissário, "é terrivelmente redutor" confinar Peyo ao universo dos duendezinhos azuis e aos seus desenhos animados.
Ele era "um desenhador meticuloso e perfeccionista, bem como um imenso argumentista", mas a imediata e imensa popularidade dos Estrumpfes, a sua projecção mundial e o seu gigantesco sucesso comercial, acabaram por monopolizar Peyo e empurraram para segundo plano ou cancelaram as suas outras criações. Nomeadamente a genial série Johan e Pirlouit, ambientada numa Idade Média onde o fantástico se manifestava mas nem por isso fazia Peyo descurar o rigor histórico com que a concebia. Era a série favorita do autor, mas acabou por ser a principal vítima do triunfo dos Estrumpfes.
(Ironicamente, os Estrumpfes fizeram a primeira aparição numa aventura de Johan e Pirlouit, La Flûte à Six Schtroumpfs, em 1958).
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(Para continuara ler, consultar http://www.dn.pt/gente/interior.aspx?content_id=1946922&page=-1)

Pois Schtroumpfs, Estrumpfes, Smurfs e, já agora...Azulitos? Se é ao gosto do freguês, não vejo por que não. Para mim, são os Azulitos.
Em português (do Brasil) e em francês, o episódio «O ovo mágico». Espero que o J. goste. E que a C. e o T. venham a gostar...




 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Dia Mundial dos Avós

Este post é para juntar ao de 26 de julho de 2013.

Estive a reler o post do ano anterior. Por essa altura, o T. ainda não tinha vindo ao mundo.

Para ser coerente, devo aqui acrescentar o Outono das «Quatro Estações de Vivadi»...






quarta-feira, 31 de julho de 2013

Quando as galinhas tinham dentes

«A exposição T-rex: quando as galinhas tinham dentes vai transportar os visitantes do Pavilhão do Conhecimento numa viagem ao tempo dos dinossauros.

Miúdos e graúdos poderão olhar nos olhos de um T-rex em tamanho real com mais de cinco metros de comprimento e assistir a cenas de enorme realismo com animais robotizados, tais como um T-rex a alimentar-se de um Triceratops ou um Ankylosaurus a defender-se com a sua impressionante cauda.»

Se não fosse o meu neto, nunca me teria posto a caminho do Pavilhão do Conhecimento.
Nunca saberia o que tinha perdido!

«Estes são animais mortos» como tratou de se assegurar o meu querido J. Pelo sim, pelo não, não há como confirmar, e voltar a confirmar para que não haja possibilidade de nos esquecermos!!

Até eu, que gostei tanto de os ver, fico bastante reconfortada por saber que estão mortos em todo o sítio do planeta Terra. E que não há clonagem que valha!!!

Imagino que, de um momento para o outro (contra todas as evidências científicas, mas isso é algo que, felizmente, não preocupa a imaginação) por um eterno encantamento mágico, se transformaram em pobres e desgraçadas galinhas... As galinhas, as tão maltratadas galinhas, são as suas descendentes, os seus vestígios vivos. Nesse tempo, naquele tempo, há muito, muito, mesmo muito tempo, tinham dentes...