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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Ó lua que vais tão alta

De vez em quando, com lua à vista ou sem ela, dá-me para dizer isto:

Ó lua que vais tão alta
Redonda que nem tamanco
Ó Maria dá cá escada
Qu'eu n'agrego lá c'um banco!



Dentro de pouco tempo espero andar a entoar isto ao J. e ele a repetir...Mas, para isso, preciso de aguardar uma noite limpa de lua cheia,
olhá-la bem com o J.
e dizer esta quadra
e desatarmos a rir os dois...
E se o J. tem um riso lindo!!!

Depois, havemos de procurar o homem que carrega silvas (o avô diz que se vê bem que lá está!)...
Ou olhar para a lua e ver uma cara de mulher triste...

Isto vai ser um assunto a debater...
E, nessa altura, vamos precisar da opinião da C.
Vai demorar!!!

Depois, muito depois, ainda hei-de contar ao J. e à C. que há muito, muito tempo, os homens pensavam que a lua era feita de uma matéria diferente da Terra... pois assim tão brilhante, tão brilhante, devia ser especial!!

1 comentário:

  1. A Lua (pois este ser astral merece esta distinção) fascina o J. desde muito pequenino. Será do brilho? Será da cor? Será por parecer tão inacessível?
    Certamente o J. vai gostar de olhar para ela com olhos de ver e observá-la com o seu ar curioso. Melhor ainda será contemplá-la com a avó, enquanto esta lhe sussurra uma lenga-lenga engraçada.
    Beijinhos com saudades!

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