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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Memória

Esta semana faz 25 anos que faleceu o Zeca Afonso. Para aqueles que cresceram a ouvi-lo esta apresentação basta. Mas para todos os que são agora jovens ou acabaram de chegar ao mundo, este nome precisa de explicações. Não muitas. Basta dizer que as suas músicas são ainda hoje cantadas e recantadas com igual encanto e surpresa. Acontece com todos os grandes. Aquilo que fizeram pode sempre ser repetido e, de cada vez, de modo diferente.Para perceber, basta ouvir...
Qual será a melhor canção para mostrar aos meus pequeninos?
A canção de embalar mais bela que conheço, já a coloquei aqui...
Talvez esta... com poema de Camões

3 comentários:

  1. Na voz do Zeca, até Camões toma novo brilho :) e é linda essa azinheira penteada, tão diferente dos desgrenhado hábito que lhes pertence. Como sei que é uma azinheira? Ora, da mesma forma que o alentejano sabe a parte de trás do sobreiro.
    bj de coração verde

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  2. O brilho que as coisas têm é sempre descoberto através de algum olhar... às vezes precisamos de intermediários que nos ajudem a ver, a descortinar pormenores, a afinar os sentidos... o brilho das coisas é delas e é nosso que o somos capaz de ver.
    Assim, também o meu brilho é o teu e o teu brilho é o meu também. Como o pensamento antigo dizia... só o semelhante conhece o semelhante...

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  3. O que tu dizes é dramaticamente belo.
    Obrigada

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