segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Descobrir semelhanças e diferenças

Olhar bem para as fotos.
Descobrir semelhanças e diferenças.
As soluções estão em baixo...

Bolo 1- foto1

Bolo 1-foto 2


Bolo 2-foto 3

Bolo 2- foto 4

Bolo 2 - foto 5
SOLUÇÕES

A) O Bolo 1 é uma torta disfarçada.
A) O Bolo 1 não tem velas, nem podia ter.
B) O Bolo 2 é um pão de ló de rosto coberto.
C) O Bolo 2 é redondo e tem uma covinha disfarçada no meio que não se vê.
D) O Bolo 2, na foto 3, é uma garrafa de Vinho de Porto. Bula e não Bolo.
E) O Bolo 2, na foto 5, não é um bolo.
F) O Bolo 1 e o Bolo 2 têm um dia de diferença e 89 anos que os aproximam.
G) O Bolo 1 comemora uma vida. E o Bolo 2? O Bolo 2 também.

Acertar em todas: Mas que grande espertalhão!!!!
Acertar em quase, quase todas : Que grande espertalhão!!!
Acertar em quase todas: Que espertalhão!!
Acertar quase: Espertalhão!

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Isto sim, é uma exposição de animais exóticos

Gosto disto!!


Olha esta vespa assustadora!!!



E este caracol?!
ENORME


Olha este gato com o pêlo todo eriçado!
Zangado, zangado, zangado!


E que dizer destes animais marinhos, coitaditos, em ambiente tão seco...? E as vespas, tão entretidas à volta da fonte sem água? 


Se tudo isto não é exótico, não sei o que será.

E...
Não custa nada.
Está às portas de Lisboa.
Tem a imaginação de Bordalo e a de Joana Vasconcelos.
É tudo português de Portugal.
É no Museu da Cidade,ao Campo Grande.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Não sei se concordo com exposições de animais exóticos

Isto acabei eu de ler em http://www.pumpkin.pt/agenda/exposicoes/exposicao-animais-exoticos:

«A partir de 21 de Setembro, o emblemático Pavilhão de Portugal abre as suas portas à "Exposição Animais Exóticos". Tragam toda a família e venham conhecer estes fantásticos seres, aos quais se juntam novos espécimes.
Inaugurada em Junho de 2012 no Visionarium, em Santa Maria da Feira, esteve no Palácio de Congressos do Algarve durante o Verão, e chega agora a Lisboa.
No âmbito da parceria estabelecida com a UAU a Exposição Animais Exóticos surge como o primeiro projeto a implementar.
Tendo por base a exposição patente no Visionarium entre Junho de 2012 e Março de 2013, constituída por 50 espécies de animais exóticos e visitada por mais de 30.000 visitantes, a mostra foi repensada, desta feita, com um total de cerca de 100 espécies pertencentes a diferentes grupos taxonómicos provenientes de todos os cantos do mundo.
Venham descobrir no Parque das Nações os segredos, características, hábitos e diferenças, contando com a preciosa ajuda de um biólogo que,diariamente às 14h30 e às 17h30, acompanha as visitas e promove a interacção com algumas das espécies em exposição.
Ponham o medo de lado e venha descobrir o admirável mundo dos Animais Exóticos.
Lagartos, serpentes, tarântulas e escorpiões... Deixem as fobias à porta e descubram mundos maravilhosos em cada um dos habitats recriados na exposição»


«Lagartos, serpentes, tarântulas e escorpiões...»? Estão a querer convencer quem??? Mas isto é que é publicidade????

Relativamente à existência de certos animais, a minha pergunta é só esta: qual a sua função no equilíbrio do planeta? Isto porque eu creio firmemente que tudo o que veio à existência tem um papel a desempenhar.

Posto isto, sinto-me no pleno exercício da minha liberdade quando me recuso a deslocar-me, propositadamente, para observar animais que a minha mente limitada não percebe o que andam a fazer neste mundo.

No entanto, estou com dificuldades neste exercício de liberdade.
É que «outros valores se alevantam»! 
Vejamos: se pergunto ao J., creio saber qual a resposta. Mesmo sabendo que este animais estão vivos, MUITO VIVOS, diferentemente dos dinossauros, que estão mortos, MUITO MORTOS, duvido que o J. se vá deixar intimidar.
Confesso: EU tenho muitas dúvidas sobre uma exposição de animais exóticos. Cá para mim, os animais, exóticos ou não, não foram feitos para ser "expostos". Até lhes pode provocar stress, o que não é nada desejável. As exposições devem ser ou de animais "muito mortos", ou de "naturezas-mortas" ou de outras coisas inertes e inanimadas. Para animais vivos, já temos o Zoo, o que me parece suficiente. 
Mas vou pensar no assunto. É que o J. não pode ir sozinho...

sábado, 28 de setembro de 2013

A maior flor do mundo

Só para não me esquecer de ler/mostrar esta história aos meus netos.

1. A história em livro:


















( retirei daqui: http://www.avvl.pt/images/stories/Biblioteca/historias/a-maior-flor-do-mundo.pdf )

2. A história, em animação:




«Realizado pelo galego Juan Pablo Etcheverry em 2006 e narrado pelo próprio José Saramago, este filme de animação (...) tem a banda sonora da lavra do galego Emilio Aragón que pela mesma recebeu o Prémio Amigos da Música de Badalona para a Melhor Música Original.
A Curta Metragem foi nomeada em 2008 para o prémio Melhor Curta-metragem de Animação nos Goya, e teve um grande êxito nos festivais como Prémios Mestre Mateo, Tokyo Global Environmental Film Festival, Anchorage International Film Festival de Alaska e no Festival Internacional de Cine Ecológico e Natureza de Canarias». Retirado de http://www.youtube.com/watch?v=39skGQVsXfs

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Isto não é de avó


ANTÓNIO RAMOS ROSA, o poeta que deixou de escrever aos 88 anos.
E que, pelo ano de 2001, publicou, no livro «As palavras», este poema:

«A palavra é o desejo do espaço e o espaço do desejo
Para que tudo o que em nós é confuso e vago
se transforme em leve arquitectura
com janelas para o mar ou campos ondulados

Não sabemos de onde vem esse desejo incandescente
se é do sangue da terra ou de um voluptuoso vento
e por isso ignoramos se o que escrevemos coincide
com o que em nós se cala numa intérmina neblina

Mesmo quando a palavra é transparente e nua
nunca elimina esse silêncio de montanha imersa
e assim o que nunca foi dito ficará não dito
tão inatingível como a monótona claridade do dia»


Os meus netos estão a entrar neste mundo das palavras, com todo o entusiasmo da descoberta.
Chegará o tempo em que serão capazes de pensar sobre as palavras que lhes ensinámos, adivinhar as palavras que calámos, descobrir as palavras que não conhecíamos...
E saberão que as palavras são tudo o que temos e que esse tudo, sendo muito, é sempre pouco...
Chegará também para eles o tempo da descoberta dos poetas, desses artífices da palavra.Assim, faremos o tempo desaparecer e todos nos encontraremos num mesmo presente.

domingo, 22 de setembro de 2013

Sur le pont d'Avignon

Esta canção pertence ao meu repertório mais antigo... aparecia nos livros de Francês, que era língua de aprendizagem obrigatória no nosso sistema de educação e na nossa cultura fortemente francófona. Assim acontecia também, por exemplo, com «Alouette, gentille alouette...», que já é do conhecimento e do agrado dos meus netos. Hoje, a tendência geral é mais anglo-americana, mas as crianças não distinguem estas coisas e apenas reagem ao que lhes agrada, o movimento, as cores e o ritmo das palavras e dos sons... Eu só lhes posso falar do que sei ou do que vou aprendendo... Estas canções «do meu tempo», são canções, afinal, de muitos tempos...
Encontrei estas três versões que acho interessantes, por vários motivos. Isto servirá para eu descobrir a que mais agrada à C. e ao J.... Tenho uma intuição, mas não digo.







quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Dança das Horas

Elefantes a dançar?
Hipopótamos a dançar? Com sapatilhas cor de rosa?
Crocodilos???!!!!

Tudo isto, e ainda mais, acontece neste bailado!!!


http://www.youtube.com/watch?v=n4BkdvhNeqk&list=PLQuYVJ24TcpYQfbAk-EXKprCIPwQdleRx&shuffle=349

Marcha turca

Divertida esta música de Mozart. A C. gosta.


Abecedário

Não sei porquê, mas é muito habitual a música do ABC ser a de Twinkle, Twinkle, Little Star, que é como quem diz, a de Ah, vous dirais-je maman, que é como quem diz a de Quand trois poules vont aux champs e etc....

Era a C. ainda mais pequenina do que é agora e tinha um brinquedo em que se carregava num botão (agora os brinquedos para bebés têm todos botões e muita música, muitos ruídos, muito barulho) e se ouvia o alfabeto grego com esta música...

Seria mais ou menos assim:




Entretanto, mostrei à C. este video e a C. gostou:


Está-me a parecer conveniente ouvir a canção em português (do Brasil, visto que não a encontro em português de Portugal):


E, pensando especialmente no J. vou colocar aqui La chanson de l'alphabet:




quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Os Dinossauros mortos continuam a ser notícia


Réplica de Lourinhanosaurus antunesi no Museu da Lourinhã - Image copyright Cancelos (Wikimedia Commons), retirado de http://dinossauros.weebly.com/lourinhanosaurus.html


Da Lourinhã, aqui tão perto, continuam a surgir notícias de dinossauros. De dinossauros que, como o J. se assegurou na sua recente visita ao Pavilhão da Ciência ( aqui noticiada) , estão todos, mesmo todos, muito mortos e não apenas um bocadinho.
Depois do assim baptizado Lourinhanosaurus Antunesi (Lagarto da Lourinhã), e de outros Lorinhanosaurus, ora carnívoros, ora herbívoros, depois da descoberta dos ovos mais antigos com embriões, desta vez de Torvosaurus, um dinossauro dos carnívoros, temos a descoberta de um fóssil de um outro dinossauro carnívoro, de seu nome de família - ao que parece - Celurossauros. E são estes que teriam dado origem aos actuais galináceos e que permitiram o título interessante da última exposição em Lisboa sobre dinossauros, Quando as galinhas tinham dentes. Estranho, pois, mas a vida é toda estranha.
Aqui está a última pedra, perdão, o último fóssil descoberto do dito e a notícia do Público de 3 de setembro:


«O Museu da Lourinhã anunciou esta terça-feira a descoberta do fóssil de um dinossauro carnívoro, acompanhado de uma mão-cheia de achados de dinossauros encontrados durante a campanha de escavações deste ano nos afloramentos do Jurássico Superior daquela região, com cerca de 150 milhões de anos.
“Este ano, os resultados incluíram pegadas e ossos, com destaque para um dinossauro carnívoro de pequeno porte, com menos de dois metros de comprimento. Este esqueleto de dinossauro não está completo, mas está muito bem conservado e articulado (com os ossos na posição anatómica, tal como em vida), o que é muito raro”, refere o comunicado do museu. “A análise preliminar indica que poderá tratar-se de um representante de um grupo de dinossauros carnívoros raros em Portugal, os celurossauros.”
Na campanha, coordenada pelo paleontólogo Octávio Mateus, do Museu da Lourinhã e da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, foram ainda recolhidas pegadas de dinossauros saurópodes, ornitópodes e de pterossauros. “Uma das pegadas de saurópode, com 120 centímetros de comprimento, é uma das maiores que se conhecem”, frisa o comunicado. “Também se descobriram pequenos fósseis, destacando-se a mandíbula de um mamífero, o que é igualmente raro.”
Todo este material recolhido está agora no laboratório de paleontologia do Museu da Lourinhã, onde terá de ser preparado para poder ser estudado. Só com esses estudos se poderá perceber exactamente as espécies de dinossauros a que pertencem os fósseis recolhidos e a sua importância.
O Museu da Lourinhã ficou mundialmente conhecido em 1997, quando foi revelada a descoberta de os ovos com embriões de dinossauros carnívoros bípedes, com 150 milhões de anos. Tinham sido encontrados em 1993. Já em 2013, voltaram a descobrir-se na zona da Lourinhã centenas de fragmentos de cascas de ovos, com ossos de embriões e dentes com 150 milhões de anos. Estes dois achados são os ovos de dinossauros carnívoros mais antigos do mundo. Ovos ainda mais antigos, só os de dois dinossauros herbívoros, encontrados na África do Sul e na China, ambos com cerca de 190 milhões de anos.»
Imaginem só esta bela paisagem há 150 000 000 de anos, cheia de dinossauros!

Praia de Paimogo, Lourinhã (retirado daqui: http://www.timetogo.com/index.php?option=com_pti&view=pti&id=1836&produto=3&Itemid=15&lang=pt)

Ela hoje pode estar cheia, mas será de vários exemplares vivos de homo sapiens sapiens, omnívoros, de cerca de 1,60, em tom de pele variável consoante a altura do ano, de comportamentos estranhos, por vezes parecidos com o dos animais de sangue frio que ficam parados ao sol e com ele se aquecem. Existem no planeta Terra há uns módicos 120 mil anos e nenhum deles alguma vez se confrontou com os enormes e, a maior parte deles, temíveis dinossauros, pois, por essa altura, já estes tinham sido extintos. Estes ditos sapiens já fizeram mais mal ao planeta do que qualquer ser vivo nele existente desde sempre! E vivem na crença de que a Natureza existirá sempre para o servir por mais malfeitorias que lhe faça.

Imagem suposta de um dinossauro, o assustador T-Rex, já extinto, muito morto:

Retirado daqui: http://www.pavconhecimento.pt/visite-nos/exposicoes/detalhe.asp?id_obj=1683


Imagem suposta de um homo sapiens, exemplar extinto, muito morto:


retirado daqui: http://www.infopedia.pt/mostra_recurso.jsp?recid=9457&docid=10418700